Sensação de “sala de espera” aflige cinéfilos

Leitores Amigos,

Exatamente ontem este blogueiro se deparou com a luxuosa edição de “Sweeney Todd” – e manusear tal mimo me deixou com a boca cheia d’água de vontade de mergulhar na aquisição em si. (reiterando que havia visto uma outra edição ainda mais opulenta do dvd nos E.U.A. no mês passado – ao lado do filme biográfico “Eu Não Estou Lá” ( I’m Not There ) que aterrizou em pouquíssimas salas em terras brasilis e ficou afastado do circuito comercial (assim como inúmeros outros) seja pela carga de experimentação – seja pela linguagem visual conceitual “demais” para as grandes salas.

 Ps: ( Filme necessário a todos nós – traz a encarnação soberba da fominha Cate Blanchett – senhora de Lothlórien e agora coroada rainha dos miraculosos disfarces e do saudoso e carismático Heath Ledger em seus últimos momentos)

Vi os filmes, e não os comprei por várias razões entre elas o evento “Blu Ray” e a limitação das regiões.

Mas, retornando ao Johnny Depp barbeiro – o filme em si – é um item fundamento na sua estante e é um espetáculo de inovação dramática – pr’aqueles acostumados com o debochado Depp em sua formação pop de pirata excêntrico e destemido, a amargura ascética e consternada de Sweeney demonstra a incrível flexibilidade cênica do eterno mãos de tesoura.

Continuando a revisão – depois do fenomenal Speed Racer (requisitamos!), depois de Indiana Jones ( como Harrison Ford reconquistou o rebolado), depois de Nárnia Reloaded – depois de Hulk e Homem de Ferro – eis que um certo clima de sossego se apoderou dos cinéfilos.

Certo ainda que temos os vindouros “Procurado” com super mommy Angelina Jolie e James McAvoy e a explosiva animação “Wall-E”, mas parece que os grandes filmes ainda estão beeeeinnn longe de atingir as salas de projeção.

Vou fazer aqui uma rápida (e precária) análise do que-está-por-vir

1.) Burn After Reading (sem tradução para o português) – longa com presenças magnânimas que confirma a sedimentação sem precedentes dos Irmãos Coen na cultura pop.

2.) Australia – o retorno da parceria entre o leão ensandecido Luhrmann e sua querida Nicole ‘Satine’ Kidman. Depois de causar um certo desconforto nos jornalistas e na indústria cinematográfica, a crítica dobra os joelhos para o épico do visionário realizador depois de ver os teasers ( eu não me canso de elogiar, tipo eu viro Maria Cândida quando falam do Baz Luhrmann), desculpem leitores. Eu assumo que eu acho o cara tipo foda.

3.) Hancock – mais um filminho caça-níqueis do eterno habitante de Bel-Air Will Smith. Filme no esqueminha alegro-ma-non-troppo que leva criançada pro cinema e garante o leitinho dos filhos dos executivos do estúdio.

4.) Jornada ao centro da Terra – brincadeirinha 3-D tipo “Björk me copia” com o tresloucado Brendan Fraser. Queremos nossa parte em dramas – faça o favor.

5.) Hellboy 2 – este sim. Não vou nem falar mais nada. Basta o nome Guillermo Del Toro.

6.) Já podem resgatar aí na HD de vocês o álbum “Confessions on a Dancefloor” daquela-que-não-vamos-nomear porque “Hung Up” vai virar tendência com o musical “Mamma Mia”. E somos fãs do Abba mesmo. E winner takes it all. Fica a dica.

7.) Arquivo X – dispensa qualquer comentário!!!

8.) A Múmia – Brendan Fraser se faz presente novamente. Olha só – recrutem Rachel Weisz, que ela além de fazer falta, nós do claquete somos fãs, aliás muito fãs

9.) Vicky Cristina Barcelona – olha, adoramos o elenco. E queremos muita ênfase no beijo gay. Porque Beijos Gays entram pra cultura pop muito rápido. E Woody Allen vale cada centavo na poltrona. Amamos ainda mais Starlet — amamos!

10.)  Passengers (sem tradução para o português) – a nossa assistente preferida Andy Sachs — a linda-maravilhosa Anne Hathaway pegou um roteiro difícil e intrigante. Confesso que agora que conferi(mos) o plot – estamos mais curiosos.

11.)  Blindness (O ensaio sobre a cegueira) – desnecessária qualquer apresentação ou comentário.

12.) Nick and Norah´s Infinite – comédia que promete satisfazer gregos e troianos com o figuraça canadense Michael Cera (o trapalhão Paulie Bleeker de “Juno”)

13.) James Bond : Quantum of Solace – e a série continua – aguarde uma investigação mais apurada porque temos medo do Daniel Craig – literalmente;

14.) Harry Potter e o Enigma do Príncipe – amamos, idolatramos e exigimos. Mas, se você acha que David Yates é na verdade uma Horcrux – assine aqui

15.) Milk – este filme promete uma grande revelação que já gera um hype em si – o bad boy Sean Penn no papel de um ativista gay( eu digo isto entra rapidinho para a cultua pop) e Gus Van Sant em si é um deleite audiovisual. (Já adoramos e queremos saber tipo o que rola de fato)

16.) The Spirit – achamos melhor ir direto ao “The Spirit” porque confessamos que HQ e chroma Key nos fascinam profundamente. E tipo este filme é o cerne, a essência e a grandiosidade que Hollywood nos alicia em raros, porém, muito intensos momentos.

 

Desculpa o post enorme – mas é que somos empolgados e achamos que a melhor forma de gostar de cinema é se empolgar mesmo. MESMO*

 

Sidney (mais conhecido como Sidnelson) e equipe do claquete virtual.

 

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